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Feriado não tem significado no Brasil, e apenas um dia de não trabalhar e acordar tarde!


É fato: brasileiro AMA um feriadão! Hoje, datas importantes não são mais comemoradas ou valorizadas e, em sua maioria perderam significado. "É apenas um ferido" como costumam dizer os brasileiros... Dia de acordar tarde, não trabalhar e reclamar mais uma vez, seja do trânsito na ida pra praia, ou do tempo que passou rápido demais.

Não interessa se sou católico praticante, evangélico, filho de Oxossi ou Iemanjá. Se é pra “feriar”, salve Jorge, a Virgem Maria e os dois ao mesmo tempo se for preciso.

Sou homofóbico de carteirinha e defendo a supremacia ariana de coração, mas se é pelo direito ao feriado, viva à parada gay e aplausos ao dia da consciência negra. 

Afinal, ninguém pode casar em feriado e a maior referência que se tem de zumbi hoje em dia são os “monstrengos” do seriado da televisão.


Por: Leandra Chiesa
Via: Além da Informação
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Festejar para enganar


O governo federal prepara uma série de atividades festivas para tentar desviar o foco das manifestações populares durante a Copa do Mundo. Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, a ideia é promover eventos nos moldes de blocos de Carnaval em várias cidades do país, não só nas sedes. A ação também contribuiria para minimizar os atritos com a população por causa dos atrasos nas obras e dos gastos públicos com a competição.

Os encontros populares não teriam qualquer ligação com as chamadas Fan Fests, eventos oficiais da Fifa que acontecem nas 12 cidades da Copa. As festas aconteceriam em parceria com diferentes seguimentos da sociedade: bares, clubes, escolas de samba, torcidas, entre outros.

O governo federal faria a mediação entre patrocinadores, prefeituras locais e promotores de eventos de forma a orientar a estruturação das festas, como a instalação de telões, aluguel de banheiros e seguranças. O pacote de concessões deve ser lançado nas próximas semanas.

Em Belo Horizonte, a Secretaria Municipal Extraordinária para a Copa do Mundo informou que não recebeu qualquer orientação ou solicitação do governo federal a respeito de festas paralelas durante o Mundial.

A prefeitura já indicou à Fifa que o Expominas, na região Oeste da capital, será o palco da Fan Fest de BH durante a competição. Uma das justificativas para transferir o evento da praça da Estação para um local fechado é o não-comprometimento do trânsito na região central. Embora o governo não admita, a Fan Fest no Expominas consegue “isolar” o público das manifestações.

Durante a Copa das Confederações no ano passado, diversas manifestações eclodiram país afora. A onda de manifestos mostrou toda a insatisfação do povo brasileiro com o poder público. A expectativa é que novos protestos voltem a acontecer durante a Copa do Mundo.

Fonte: O tempo
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50 Obras para entender a ditadura


Muito se tem falado atualmente sobre o regime apoiado por nossos governantes estar parecido com a ditadura. Mas você sabe realmente o que foi e como aconteceu a Ditadura?



Ter conhecimento é essencial para que você possa não só discutir e opinar, mas como também ajudar nas mudanças do nosso cenário político atual. Por isto veja abaixo uma lista com 36 livros e 14 filmes para você ficar por dentro de tudo o que aconteceu em 1964. 

Livros:
1. Coleção Ditadura (A ditadura envergonhada, A ditadura escancarada, A ditadura derrotada, A ditadura encurralada), Elio Gaspari. (Intrínseca, 2014)
2. 1964 – O golpe, Flávio Tavares. (L&PM Editores, 2014)
3. Memórias do esquecimento – Os Segredos dos Porões da Ditadura, Flávio Tavares. (L&PM Pocket, 2012)
4. 1968, o Ano que não terminou, Zuenir Ventura. (Objetiva, 2013)
5. A ditadura militar e os golpes dentro do golpe, Carlos Chagas (Record, 2014)
6. Ditadura à brasileira, Marco Antônio Villa. (Leya, 2014)
7. O cofre do Dr. Rui, Tom Cardoso. (Civilização Brasileira, 2011)
8. Marighella, o guerrilheiro que incendiou o mundo, Mario Magalhães (Companhia das Letras, 2012)
9. As duas guerras de Vlado Herzog, Audálio Dantas. (Civilização Brasileira, 2012)
10. Ditadura e democracia no Brasil: do golpe de 1964 à Constituição de 1988 (Zahar), Daniel Aarão Reis. (Editora Zahar, 2014)
11. O Grande irmão, Carlos Fico. (Civilização Brasileira, 2008)
12. Brasil: de Getúlio a Castello, Thomas Skidmore. (Companhia das Letras, 2010)
13. 1964 – História do regime militar brasileiro, Marcos Napolitano (Contexto, 2014)
14. João Goulart – Uma biografia, Jorge Ferreira (Civilização Brasileira, 2011)
15. Visões do golpe – A memória militar sobre 1964, Maria Celina D’ Araújo, Gláucio Ary Dillon Soares e Celso Castro (Ediouro, 2004)
16. Cães de guarda – jornalistas e censores, Beatriz Kushnir (Boitempo Editorial, 2004)
17. O ato e o fato: O som a e a fúria do que se viu no golpe de 1964, Carlos Heitor Cony. (Nova Fronteira, 2014). Lançamento previsto para abril.
18. El caudilho – Leonel Brizola, F. C. Leite Filho. (Aquariana, 2008)
19. Combate nas trevas, Jacob Gorender (Atica, 1999)
20. Mata! – O major Curió e as guerrilhas no Araguaia, Leonencio Nossa. (Companhia das Letras, 2012)
21. História indiscreta da ditadura e da abertura, Ronaldo Costa Couto. (Record, 1998)
22. Propaganda e cinema a serviço golpe 1962/64, Denise Assis. (Mauad, 2001)
23. A caixa-preta do Golpe de 64, Paulo de Mello Bastos. (Família Bastos, 2006)
24. 1968 : O diálogo é a violência - movimento estudantil e ditadura militar no Brasil, Maria Ribeiro do Vale. (Unicamp, 2008)
25. Brasil - 1964 / 1968 - A ditadura já era ditadura, Marcos Silva. (LCTE, 2006)
26. A resistência da mulher à ditadura militar no Brasil, Ana Maria Colling. (Record:Rosa dos Tempos, 1997)
27. Desarquivando a ditadura - memória e justiça no Brasil - 2 Volumes, Cecilia MacDowell Santos, Edson Teles, Janaína de Almeida Teles. (HUCITEC, 2008)
28. História indiscreta da ditadura e da abertura - Brasil: 1964 – 1985, Ronaldo Costa Couto. (Record, 2010)
29. Seu amigo esteve aqui, Cristina Chacel. (Zahar, 2012)
30. Memórias de uma guerra suja, Cláudio Guerra, Marcelo Netto e Rogério Medeiros. (Topbooks, 2012)
31. A política nos quartéis, Maud Chirio. (Zahar, 2012)
32. Dos filhos deste solo: mortos e desaparecidos políticos durante a ditadura militar – a responsabilidade do Estado, Nilmário Miranda e Carlos Tibúrcio. (Fundação Perseu Abramo, 2008)
33. Caparaó: a primeira guerrilha contra a ditadura, José Caldas da Costa. (Boitempo Editorial, 2007)
34. Memórias, Gregório Bezerra. (Boitempo Editorial, 2011)
35. 1964: A conquista do Estado, René Armand Dreifuss. (Vozes, 2008)
36. As universidades e o regime militar, Rodrigo Patto Sá Motta. (Zahar, 2014)

Filmes:
37. Pra frente Brasil, Roberto Farias (1982)
38. Jango, Sílvio Tendler (1984) 
39. Nunca fomos tão felizes, Murilo Salles (1984)
40. Lamarca, Sérgio Rezende (1994)
41. O que é isso companheiro?, Bruno Barreto (1997)
42. Ação entre amigos, Beto Brant (1998)
43. Dois córregos, Carlos Reichenbach (1999)
44. Cabra cega, Toni Venturi (2005)
45. Zuzu Angel, Sérgio Rezende (2006)
46. Hércules 56, Sílvio Da-Rin (2006)
47. Batismo de sangue, Helvécio Ratton (2007)
48. Cidadão Boilesen, Chaim Litewskie (2009)
49. Marighella, Retrato Falado do Guerrilheiro - Sílvio Tendler (2010)
50. O dia que durou 21 anos, Camilo Galli Tavares (2011)

Caso tenha algum livro ou filme que acha que faltou na lista deixe abaixo nos comentários!


Fonte: Revista Época
Foto/Reprodução: Google images
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Um futuro não tão distópico


Até quando esta será uma realidade distópica?



Acontece que esta imagem já é uma retratação mesmo que dramatizada do que vem acontecendo. O que ainda difere a imagem dos dias atuais é que nossa opção de mudança ainda esta ativa. O derretimento das calotas polares (gelo acumulado em cima da terra firme) é cada vez mais acelerado, os números de vítimas de enchentes em cidades é cada vez maior.

Aprendam a valorizar o mundo que vivem para deixar um mundo habitável aos seus filhos e gerações seguintes.

Lembre-se: Você é responsável por isto.


Foto/Reprodução: Wenqing Yan
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